terça-feira, 3 de novembro de 2009

falas marcantes de Anos Incríveis.



a teoria do 'quando você tem algo pra fazer você arruma coisas nada importantes, se distrai e acabou-se' se encaixa nesse dia. Amanhã tenho apresentação de seminário e prova. quinta e sexta com provas também.
Ah! Férias... vem ni mim logo.

falas marcantes... só algumas ;p

-> Sobre uma menina esquisita com quem Kevin havia dançado quadrilha e sente vergonha de ser amigo dela:
“Algumas pessoas passam por sua vida e você nunca mais pensa nelas. De outras, você se lembra e talvez imagine o que pode ter acontecido com elas. Outras, você imagina se pensam no que aconteceu a você. E há aquelas que você não gostaria nunca mais de lembrar, mas se lembra.”

->No episódio “Corações Partidos II”, Kevin pegando carona em Rousseau, que disse que “nada está mais sob o nosso domínio que o coração, mas longe de podermos comandá-lo, somos forçados a oberdecer-lhe”:
“O amor nos obriga a fazer coisas engraçadas. Ele nos torna orgulhosos, ele nos deixa arrependidos(…). E mesmo que eu não soubesse que caminho seguiríamos, sabia que não podia deixar que ela saisse da minha vida.”

->Em busca do amor perfeito:
“Por toda a nossa vida, procuramos por alguém pra amar… alguém que nos complete… nós escolhemos companhias e mudamos de companhias… dançamos músicas que falam de corações partidos e de esperança… e por todo o tempo pensando se, em algum lugar, de alguma forma, existe alguém perfeito, que esteja à nossa procura…”

->Kevin crescendo:
“Quem estaria certo e quem estaria errado? Agora eu sou adulto e continuo sem saber. Mas em algum momento, tarde da noite, quase ao adormecer, as idéias e desentendimentos se dissipam e restam apenas as pessoas. E as pessoas naquele tempo não eram diferente do que sempre foram e sempre serão. As moças se apaixonam. Os homens e as mulheres sofrem sozinhos pelas escolhas que fizeram. E os meninos, confusos, cheios de medo, de amor e de coragem crescem silenciosamente enquanto dormem.”

->No último episódio, Kevin se despede assim:
“Crescer acontece muito depressa. Um dia, você está de fraldas e no outro já está indo embora. Mas as lembranças da infância permanecem com você durante muito tempo. Me lembro de um lugar… uma cidade… uma casa… Como todas as outras casas….Um jardim, como todos os outros…. numa rua, como todas as outras. E… depois de todos esses anos, eu continuo a me lembrar… com admiração.”

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