oi =) lembrei que tenho um blog e que estou de férias. e nada como morgar escrevendo e comendo bis, certo?
achei um post no arquivo morto do word, gravado num cd, ai li e resolvi postar...
blink182 voltou, e mágico! Os caras voltaram, depois de uns 2 anos eles tão ai. é legal, nunca parei de curtir, esqueci, ou coisa parecida. Aquelas caras são firmeza, tem a jogada de marcketagem modista mais tudo bem. Espero que o novo album seja legal, e não como o último (de I Miss You). Por falar em 'i miss you', que época boa ter 14 anos, éramos 3 ou 4 garotas andando pela cidade atrás de trabalhos escolares muito faceis e idiotas. Fora a farra que já fizemos, como posar num trailer bebendo uma coca de dois litros no bico e comendo palitinho de cebola (lembro que nesse dia apelamos pra ligar nas rádios pra pedir música de madrugada)... ah! foram anos incríveis! e os amorezinhos? a gente pensava que amava, e agora aos 18 anos já penso o oposto. será que daqui 4 anos tudo isso muda? Simplesmente aos 40 vou descobrir o que é esse tal 'amar'? Ok. Eu amo minha mãe, minha vô, meu pai, minha irmã, meus amigos... Uma amiga minha me perguntou esses dias se eu já amei, porque ela acha que nunca aou de verdade... isso me fez pensar. Também acho que nunca amei, amei no sentido de outra pessoa, mais profundo. Talvez eu não tenha encontrado a pessoa certa ou talvez eu tenha medo. Queria saber o que é amar, porque existe o 12 de junho no calendário dessas pessoas, porque eles aceitam se distanciar dos amigos e ter contas altíssimas nas locadoras pegando muitos filmes no fim de semana; queria entender o fato deles aceitarem a rotina do telefone e dos fim de semanas iguais, ou melhor, que PRA MIM são iguais. Nem sei porque tô escrevendo sobre esse assunto, acho que é pelo fato de eu me achar anti-amavél, nem meus amigos me aguentam às vezes, isso é que é o estranho, como pode existir alguém que você pode ser cumplice (além das amigas é claro!) pra contar tudo? fora que convenhamos, mentes se atraem e corpos no calor se repelem. No meio dessa divergência confusa dos meus pensamentos embaralhados posso dizer, sobre o amor, se já amei... se isso que senti for amor, é um tanto como confuso. Ah! o amor é uma dor? é aquele velho poema do prédio desabando. Caraca! não pode ser isso, eu ainda insisto que o amor é mais simples que o ciúme, a rotina, a cobrança, a posse e tudo mais... acho que o amor é o sorriso. Pouco idiota essa minha tese, mais lembro que quando tinha 14 anos, chegava em casa feliz, aquele rir a toa, sorrir de idiota sabe?
as vezes me sinto grossa / indelicada / coração de pedra; mas de tanto me fechar acabo assim, e óbvio que me faço de forte, mas beeeeem no fundo, sou que nem Tomás Antônio Gonzaga com sua 'Marilia de Dirceu', que quer viver com sua Marilia no pasto e viver da natureza. Desisti de procurar, e se faz sentido que tem que gostar da gente pra alguém gostar de você, é, isso tá fazendo sentido agora.
Bom, hoje foi um dia estupidamente estranho! pois acordei, almocei e fui assistir novela, a novela acabou 40min antes, ai morguei na internet (no youtube, exatamente... pois ele é o lugar onde pobres assistem programas de rico que possuem tv paga) e depois fiquei brigando com os atendentes do speedy e também imprimindo folhas do alfabeto para minha tia. O dia acabou com um filme semi idiota mais comédinha legal e romântica, com certeza foi ele que propositou toda essa 'reflexão'. A semana será longa, e folgada. Sem futuro! Sem futuro! Perdida! Perdida! Queria fechar os olhos e poder estar no começo do ano passado, talvez eu faria alguma coisa diferente: diria sim, não deixaria 8 módulos de quimica pra trás em uma segunda-feira, comeria menos e teria buscado caminhos alternativos. Me sinto correndo atrás de uma ilusão, mas ao mesmo tempo encaro e digo que foi culpa minha, assumir é ótimo. Tenho mais alguns dias de supostas férias, só que não vão ser iguais, por nenhum motivo especial de minha parte, mas sim que aconteceu para o meu bem e para eu pensar. Agora é só ouvir blink, relembrar as noites no pedro japonês (point aborrecente da city) e rachar de rir de como já fui trouxa e feliz. Na maioria das vezes, é melhor ser uma trouxa feliz, do que questionar a vida, ter um pouco de noção dela, e não chegar a lugar algum. parece esquisito, mas isso que devo ter escrito em janeiro ou fevereiro é ainda o que sinto... uma saudade imensa de quando eu sabia menos e sonhava muiiito. Sou uma pessoa viagem, de uma idéia tiro um livro, mas com esse assunto esquisito de amar (pra mim é esquisito) sou totalmente aérea, tenho baús bem antigos de sentimentos como disse no post passado, mas sei la, faço questão de perder a chave. Já me vejo morando sozinha aos 40 anos, ou com a minha mãe... me vejo trabalhando, assistindo tv quando eu chegar estressada com meu chefe e cozinhando aos domingos! isso se em 2012 não acabar o mundo certo?
é... já vejo que essas férias serão zen.
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Um comentário:
Sabe Gabi, acho que nós não somos limitados àquilo que pensamos ser...
Nem tenho muito o que dizer depois disso, vc me entende neH?
Gostei muito deste trecho!
"Na maioria das vezes, é melhor ser uma trouxa feliz, do que questionar a vida, ter um pouco de noção dela, e não chegar a lugar algum..."
Quantas vezes naum somos assim, quando a vida de adulto vai chegando, a responsabilidade, as escolhas, as perdas, a desilusões a gente fica assim... perde a magia, o encanto que tínhamos quando eramos crianças...
E o pior, nos tornamos muitas vezes, trouxas e infelizes.
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